quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Mundo Islâmico versus Mundo judaico-cristão

A propósito dos comentários de D. José Policarpo, não penso que sejam ofensivos, só mentes muito perturbadas e hipersensiveis poderão sentir indignação. Quem pensa de forma diferente, deve-se informar acerca da cultura islâmica e da mentalidade subjacente a esta. A realidade é que existem muitas diferenças entre a cultura judaico-cristã e a cultura islâmica nomeadamente no que diz respeito ao papel da mulher.

No livro "O livreiro de Cabul" escrito por uma jornalista que permaneceu durante um certo período na residência de uma família islâmica, as mulheres são simples empregadas dos seus maridos, não têm dignidade nenhuma.

O livreiro mencionado no título deste livro, despreza a sua primeira esposa por causa da sua idade e casa-se novamente com uma menina que tem idade para ser sua neta, pois estes podem ter 4 mulheres simultaneamente. A companheira dedicada que o acompanhara com zelo durante toda a vida é desprezada por estar a envelhecer e é trocada por uma nova esposa!

Outra coisa interessante é o facto das mulheres serem obrigadas a manter-se indiferentes quanto ao seu próprio destino! Quando lhe é perguntado a respeito de um futuro casamento com um pretendente escolhido pela sua família, elas não podem demonstrar nenhum sentimento, seja ele de concordância ou de repulsa pelo futuro noivo.

A mulher deve manter-se calada para demonstrar obediência!
Neste livro conta-se a história de uma menina que estava a receber secretamente cartas do seu vizinho. Num belo dia eles resolvem entrar num táxi e dirigir-se a um parque para dar um passeio. A menina apreensiva, não permaneceu muito tempo ao lado do rapaz e voltou logo para a sua casa. Quando lá chegou foi espancada pela sua família, que tinha descoberto as cartas e o passeio ao parque.

Todos na redondeza passaram a tratar a pobre coitada como se fosse uma prostituta! E, no fim de contas, ela seria obrigada a receber como marido o rapaz!Bem, tem muitas histórias terríveis relacionadas as mulheres neste livrio, se puder leia. Vale a pena!


Outra posição interessante é a da Psicóloga árabe Wafa Sultan
Aqui vai o link do video e um comentário interessante em Inglês tal qual eu o recebi.

Arab-American psychologist from Los Angeles

http://switch3.castup.net/cunet/gm.asp?ai=214&ar=1050wmv&ak


It is extremely surprising that the Arab financed TV station in Dubai would allow this to air. Be sure to watch this, it is so powerful I have no doubt she now has very large price on her head. I also have no doubt it won't be on the net very long. She is one impressive woman.


Nota:
"O livreiro de Cabul" de Asne Seierstad da Editorial Presença

Asne Seierstad é licenciada em Filologia Russa e Espanhola pela Universidade de Oslo. Nos últimos dez anos tem trabalhado como correspondente de guerra para diversos meios de comunicação escandinavos.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A VIDA NA CIDADE MAIS FRIA DO MUNDO

Yakutsk é uma cidade remota na Sibéria Oriental (população: 200 mil) é famosa por deter a fama de ser a cidade mais fria da Terra.

Eis o relato de um viajante:

A 5°C negativos o frio pode ser refrescante. A 20°C negativos a humidade no nariz congela-se e fica difícil não tossir. A 35°C negativos a pele exposta ao ar fica dormente e a necrose é um risco. E a menos 45°C até usar óculos fica complicado. O metal gruda-se no rosto e nas orelhas e rasga pedaços da pele quando se quer tirá-los.




















Sei disso porque acabo de chegar a Yakutsk, lugar onde os amistosos nativos me alertaram para não usar óculos ao ar livre.
Em Janeiro a média fica em torno de 40°C negativos. A névoa que cobre a cidade restringe a visibilidade a 10 metros.
Moradores em pesados casacos de pele passam pela praça central, adornada por uma árvore de Natal congelada e uma estátua de Lenin. Logo descobri que, ali, temperaturas na casa dos 40°C negativos são descritas como 'frio, mas não muito frio
Sendo assim, antes de me aventurar pela primeira vez nas ruas de Yakutsk, encapotei-me com toda uma mala de roupas.

Eis o que estou a vestir:

um par e meias de algodão com um par de meias térmicas por cima;
um par de botas; ceroulas térmicas;
uma calça jeans;
uma camiseta térmica;
uma camiseta de mangas compridas;
um suéter justo de caxemira;
um abrigo desportivo;
um casaco acolchoado de invemo com capuz;
um par de luvas finas de lã (para que eu não exponha a pele quando tirar a luva externa para fazer fotos);
um par de luvas de lã;
um cachecol de lã;
e um boné, tambem revestido de lã.

Saindo do quarto como se fosse o boneco Michelin, e já a suar por causa do sistema de aquecimento do hotel, decido que estou pronto para encarar Yakutsk.
Caminho porta fora e... bem, não acho tão ruim.
A pequena fresta do meu rosto que está exposta registra o ar frio, mas no geral a sensação é boa, até agradável. Desde que você esteja vestido correctamente, penso eu, não é assim tão ruim.

Em poucos minutos, porém, o clima gélido passa a impor-se.
A pele exposta começa a dar pontadas e depois fica adormecida,
o que aparentemente é perigoso, porque significa que o fluxo de sangue
para o local parou.

Então o frio penetra pela dupla camada de luvas e congela os meus dedos.
O boné e o capuz tampouco são páreo para os 43°C negativos e as minhas orelhas começam a pinicar.
Em seguida as pernas sucumbem.
Finalmente vejo-me com dores agudas pelo corpo todo e tenho de voltar a um ambiente fechado. Olho no relógio. Fiquei ao ar livre por 13 minutos.

Yakutsk é a capital da Yakutia, região que abrange mais de 2.6 milhões de quilómetros quadrados e onde vivem menos de 1 milhão de pessoas.

A cidade fica a seis fusos horários de Moscovo, mas a viagem leva seis horas num precário avião Tupolev. Não há caminho de ferro até Yakutsk.

As outras opções são uma viagem de 1,6 mil quilómetros de barco subindo o rio Lena, nos poucos meses do ano em que ele não está congelado, ou então a 'estrada dos Ossos', uma estrada de 2 mil quilómetros construída por prisioneiros do Gulag (o sistema penal soviético).

Em Yakutsk a maioria dos carros é de importados japoneses de segunda são, que aparentemente resistem melhor ao frio do que os veículos russos tradicionais.

Ainda assim, os moradores costumam deixar o motor a funcionar se vão parar apenas por meia hora, e alguns deixam-no ligado o dia inteiro, durante o expediente de trabalho, para garantir uma temperatura minimamente tolerável na volta para casa.

A fumaça dos escapamentos contribui para a névoa que paira sobre a cidade.
A região foi inicialmente conquistada pelos russos na década de 1630. No século 19 era usada como prisão aberta para dissidentes políticos. Anton Chekhov, na sua Jornada de 1890 pela Sibéria, pintou um quadro sombrio da vida dos prisioneiros ali.

'Eles perderam todo o calor que já tiveram', escreveu. 'As únicas coisas que lhes restam na vida são vodca, vagabundas, mais vagabundas, mais vodca... Não são mais seres humanos, mas bestas selvagens.' Lenin e Stalin foram dois dos presos politicos exilados em Yakutsk.

A região é rica em ouro e diamantes, razão pela qual os soviéticos decidiram transformar Yakutsk num importante centro regional, primeiro com o sistema de trabalho forçado do Gulag, depois colonizando a região com milhares de voluntários em busca de aventura, melhores salários e a chance de construir o socialismo no gelo.

A megaempresa Alrosa, responsável por 20% da oferta mundial de diamantes brutos, tem sua sede na região. Com o tempo, Yakutsk virou uma cidade de verdade, com hotéis, cinemas, uma ópera, universidades, entrega de pizza e ate zoológico.
Apesar dos nativos manterem estoicamente os seus afazeres e de criancas brincarem na neve da praça central, percebo que preciso de um táxi para continuar a minha exploração.

Os 13 minutos que passei ao ar livre deixaram-me sem fôlego, praguejando e cheio de dores, o meu rosto ficou tão vermelho que parece que acabo de voltar de uma semana nas Caraibas.

Desabo na cama do hotel e preciso de meia hora para voltar a sentir meu corpo. A parte mais desagradável começa 15 minutos depois, quando as pernas, de volta à temperatura habitual, sentem uma cãibra quente sendo irradiada de dentro para fora, e todo o corpo começa a coçar.

Vou ao mercado, cheio de gente a vender peixe, porcos e coração de cavalo, tudo congelado. 'É claro que faz frio, mas as pessoas acostumam-se', diz Nina, uma yakut que passa oito horas por dia de pé na sua banca de peixes. 'Os seres humanos acostumam-se com qualquer coisa.'














Mas ainda assim o nível de resistência é dificil de compreender. Os operários continuam a trabalhar na construção civil até aos 50°C negativos (abaixo disso o metal torna-se quebradiço) e as aulas só são suspensas quando o termómetro cai abaixo de menos 55°C (embora o jardim-de-infância feche com menos 50°C).

Quase sem exceção, as mulheres cobrem-se da cabeça aos pés com peles, muitas delas produzidas ali mesmo. Nesse clima a ética pouco importa. 'Vi na televisão que na Europa existem lunáticos que dizem que não é ético usar pele porque eles amam os animais', diz Natasha, uma moradora de Yakutsk que veste um casaco de coelho e um encantador chapéu de raposa ártica.

'Deveriam vir para cá para ver se ainda se preocupam tanto com os animais. Aqui nós precisamos de vestir peles se quiseremos sobreviver.

Depois de ler o relato deste viajante cujo nome ignoro, digam lá se isto aqui, neste cantinho à beira mar plantado não é um paraiso!!!!!!!!!!!

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Por quê dizer não aos transgênicos?

Podemos citar dezenas de excelentes motivos para se dizer "NÃO" aos alimentos geneticamente modificados, enquanto os defensores dos transgênicos só têm um argumento de peso a seu favor: o lucro.
A ganância por ganhar cada vez mais está a fazer muitos produtores fecharem os olhos para os problemas causados pelos transgênicos, e o pior é que nem o próprio lucro está comprovado, pois segundo dados fornecidos pela Comissão Técnica de Bio-segurança, os transgênicos são menos aceites que os convencionais, e por isso, quem produz transgênicos, acaba por produzir menos.

Entre os anos de 1996 e 2001, período de grande crescimento do plantio de alimentos geneticamente modificados nos Estados Unidos, a produção por hectare cresceu só 4%, enquanto que , com sementes convencionais, durante o mesmo período, a produção aumentou 25%.

Outro grande motivo para se dizer "NÃO" aos transgênicos é que os mesmos podem ser patenteados, e quando não existir mais sementes convencionais no mercado, as empresas detentoras dos seus direitos poderão cobrar quanto quiserem pelas suas sementes, fertilizantes e agrotóxicos, controlando como queiram o mercado e o que deve ser utilizado pelo produtor.

Por isso, o que é barato e lucrativo para ser produzido hoje, amanhã pode ser o pesadelo de quem planta. Os lucros da agricultura podem ser transferidos num passe de mágica para as indústrias dos transgênicos.

O agrónomo Marcelo Silva, especialista em transgênicos, explicou que a “semente suicida”, também conhecida como “terminator seed” é uma técnica de transgenia que permite a produção de sementes que geram plantas normais na aparência, que dão flores normais até o momento em que o grão se forma. “Nesta etapa, a planta mata o germe do grão. O agricultor colhe então um grão estéril”, disse.


Diga Não aos transgênicos, pois empobrecem genéticamente as sementes elaboradas ao longo de decénios ou até mesmo milénios, portanto mais resistentes e necessitando de menos produtos quimicos e cujo mérito em termos de saúde está já comprovado
contrariamente aos transgênicos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Pensamento do dia

"O UNIVERSO É SEMELHANTE A UM FOLE DE FORJAR. VAZIO ESTÁ SEMPRE CHEIO." Lao Tsé

O Universo não tem preferências,
Todas as coisas lhe são iguais.
Assim, o sábio não conhece preferências,
Como os homens as conhecem
O Universo é como o fole de uma forja,
Que embora vazio, fornece força,
E tanto mais alimenta a chama quanto mais o accionamos.
Quando mais falamos no Universo, menos o compreendemos.
O melhor é auscutá-lo em silêncio.

(Huberto Rhoden)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

6 Conselhos para ser Feliz

  • SEJA HUMANO - Se encarar as emoções negativas com naturalidade - tais como o medo, a tristeza ou a ansiedade - vai superá-las muito mais depressa.

  • DESCUBRA O CAMINHO DO MEIO - A felicidade encontra-se entre o prazer e o significado. Invista em actividades que sejam agradáveis mas que tenham um significado para si.

  • DEFINA PRIORIDADES - A nossa felicidade depende do9 nosso estado de espirito e não da conta bancária. Temos de dar importância apenas ao que importa.

  • SIMPLIFIQUE - Não procure fazer tudo o que pode. Diminua as actividades. A quantidade influência a qualidade de vida.

  • LIGUE O CORPO À MENTE - Tudo o que fazemos com o corpo influência a mente e vice versa. Comer bem, dormir bem e fazer exercícios é fundamental.

  • AGRADEÇA SEMPRE - Temos de apreciar tudo o que temos. Sempre que possivel mostre-se grato por tudo o que de bom a sua vida tem.

( Tal Ben-Shahar)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Comida "Plástica"

Vejam este video do youtube e pensem se devem ceder à tentação e deixarem-se enganar por esta comida viciante, nociva e sobretudo barata.

http://www.youtube.com/watch?v=crcAffrNk1s&feature=related

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O Táxi Solar


Olá mais um ano e eis-nos de volta. Como todos já devem ter percebido, uma das minhas preocupações tem a ver com o nosso ambiente cada vez mais poluído, por isso todas as iniciativas no sentido de despoluir o planeta têm em mim uma adepta. Desta vez tive conhecimento da história do aventureiro suíço Louis Palmer que está a fazer uma volta ao mundo com o seu "táxi" solar.



O "Solartaxi" é o primeiro veículo movido à energia solar a dar a volta ao mundo. A viagem começou em Julho de 2007. O ponto inicial de partida foi Lucerna, na Suíça central.


Em 14 meses, Louis Palmer, 36 anos e professor de profissão, já conseguiu percorrer 43 mil quilómetros e visitar 28 países.


"E tudo isso sem gastar um tostão em gasolina", ressalta Palmer, que em Nova Iorque apresentou à comunicação social seu veículo no Museu Nacional de Design Cooper-Hewitt, acompanhado pelo cônsul-geral da Suíça na cidade, Christoph Bubb.
"O Solartaxi anda como um relógio suíço", disse. Com as baterias cheias, o veículo de dois lugares faz 300 quilômetros, podendo também alcançar uma velocidade máxima de até 90 quilometros.


Acção ao invés de promessas


Com a sua peripécia, Palmer realiza um sonho de criança. Já em 1986, aos 14 anos de idade, ele sonhava em dar a volta ao mundo com um carro que não fosse nocivo ao meio-ambiente. Então ele fez os primeiros planos no papel.
Como até hoje ainda o veículo não existe no mercado, o jovem suíço decidiu pegar os instrumentos para construir ele mesmo um. Depois foi atrás de apoio técnico e patrocinadores.


Mundialmente discute-se sobre o problema da mudança do clima e, sobretudo, sobre alternativas ao petróleo. Porém pouco ainda foi concretizado. O planeta aguarda respostas aos seus problemas mais prementes. "Com essa viagem quero mostrar que existem tecnologias e meios sustentáveis de resolver a crise energética. E que elas também são praticáveis", declarou.


Se o aventureiro consegue percorrer o globo com seu "Solartaxi", não existe justificativa para que a tecnologia não vire padrão técnico. Palmer espera que os investidores e a indústria sejam convencidos da viabilidade da energia solar no transporte.


Será que o suíço considera um "salvador" da pátria? "Não, eu quero apenas provar que existem saídas para o problema energético. O Solartaxi serve como uma espécie de aula prática para que todos vejam que existem alternativas. A alegria de viver é importante para mim. Eu não quero dar lições de moral às pessoas".


Não apenas ecológico, mas barato também


Um automóvel movido à energia solar não é apenas ecológico, mas também barato, como explicou Palmer durante uma apresentação organizada nas margens do rio Hudson, onde foi muito aplaudido pelo público. "Se eu puxo um dólar de energia da tomada, posso percorrer 100 milhas".
"É uma vergonha que alguém originário de um país que não tem indústria automobilística mostre aos americanos que o automóvel solar não é uma ideia de loucos", comentou um arquitecto à jornalista da swissinfo.
Outro visitante afirmou: "Eu não tinha ideia que na Suíça existam tantas pessoas aventureiras e inovadoras como ele".


Passageiros famosos ou não


Para levar sua mensagem às pessoas, Palmer construiu o seu veículo como um táxi. Aonde ele chega, as portas são abertas para transportar alguém num curto trajecto. Eles são pessoas normais ou até mesmo estrelas ou personalidades mundiais.
Durante a conferência do clima organizada em Bali pela ONU, o Solartaxi chamou muita atenção. Nos Estados Unidos, um tal projecto só se pode tornar sensação pública.
"Fomos recebidos por todos os lugares de forma calorosa e receptiva. O carro chama atenção. O interesse é enorme. A sua visita à Capital em Washington chegou mesmo a ocupar as manchetes dos maiores jornais dos EUA.
Dentre as personalidades americanas já carregadas por Palmer no seu "táxi" estão Michael Bloomberg, prefeito de Nova Iorque, o director de cinema James Cameron ("Titanic") e o apresentador de TV Jay Leno.


Produção em série possível


O "Solartaxi" foi construído pela Escola Superior Técnica (HTA, na sigla em alemão) de Lucerna e pela Escola Politécnica de Zurique (ETH) junto com parceiros da iniciativa privada na Suíça. As células voltaicas vieram da Alemanha.
Apesar do veículo ser uma peça única, Palmer está convencido da possibilidade de produzi-lo em série. "O carro, incluindo também as células solares, poderiam ser lançadas no mercado por aproximadamente 15 mil francos suiços", afirmou.
80 dias a dar a volta ao mundo
A viagem já fez Palmer percorrer a Europa, o Médio Oriente, Ásia, Austrália, Nova Zelândia, Canadá e agora através dos Estados Unidos. De Nova Iorque, África e de novo Suíça.


E depois? Medo de um vazio após um ano e meio andando pelos quatro cantos do mundo? "Não, não realmente. Eu já tenho novos planos".
Palmer quer organizar uma nova corrida internacional, da qual ele mesmo participaria. O lema do projecto é inspirado no escritor francês Jules Verne: "Dar a volta ao mundo em 80 dias com fontes energéticas renováveis".


swissinfo, Rita Emch